Anestesista é condenado por morte de menino de 4 anos após se distrair com o celular durante cirurgia Reprodução/ MPF Río Negro O anestesista Mauricio Javier Krause foi condenado nesta terça-feira (10) pela morte de Valentín Mercado Toledo, 4 anos, durante uma cirurgia que ele conduzia. O caso, que teve grande repercussão na imprensa argentina, aconteceu em 11 de julho de 2024, na província de Río Negro, Argentina. O menino havia sido internado para uma cirurgia de hernia diafragmática. Segundo o Ministério Público Fiscal de Río Negro, o médico se distraiu com o celular durante o procedimento e não percebeu uma obstrução no tubo que fornecia oxigênio ao paciente. A criança sofreu uma parada cardíaca no centro cirúrgico e faleceu uma semana depois. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Sentença Após analisar as provas e os depoimentos, o juiz Emilio Stadler determinou que o médico agiu de forma negligente ao não monitorar continuamente a respiração e os sinais vitais do paciente, função que era de sua responsabilidade. A decisão judicial também citou o uso do celular e outras distrações durante a cirurgia, incluindo a saída da sala para procurar um carregador. Para o juiz, a morte da criança poderia ter sido evitada. A sentença impõe uma pena de três anos de prisão com suspensão condicional, além da proibição para exercer a medicina por sete anos. O anestesista terá de cumprir regras de conduta por três anos, como comparecer mensalmente ao tribunal e não cometer novos crimes. Mauricio Javier Atencio Krause Reprodução
Anestesista é condenado por morte de menino de 4 anos após se distrair com o celular durante cirurgia
Piemonte Escrito em 11/02/2026
Anestesista é condenado por morte de menino de 4 anos após se distrair com o celular durante cirurgia Reprodução/ MPF Río Negro O anestesista Mauricio Javier Krause foi condenado nesta terça-feira (10) pela morte de Valentín Mercado Toledo, 4 anos, durante uma cirurgia que ele conduzia. O caso, que teve grande repercussão na imprensa argentina, aconteceu em 11 de julho de 2024, na província de Río Negro, Argentina. O menino havia sido internado para uma cirurgia de hernia diafragmática. Segundo o Ministério Público Fiscal de Río Negro, o médico se distraiu com o celular durante o procedimento e não percebeu uma obstrução no tubo que fornecia oxigênio ao paciente. A criança sofreu uma parada cardíaca no centro cirúrgico e faleceu uma semana depois. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Sentença Após analisar as provas e os depoimentos, o juiz Emilio Stadler determinou que o médico agiu de forma negligente ao não monitorar continuamente a respiração e os sinais vitais do paciente, função que era de sua responsabilidade. A decisão judicial também citou o uso do celular e outras distrações durante a cirurgia, incluindo a saída da sala para procurar um carregador. Para o juiz, a morte da criança poderia ter sido evitada. A sentença impõe uma pena de três anos de prisão com suspensão condicional, além da proibição para exercer a medicina por sete anos. O anestesista terá de cumprir regras de conduta por três anos, como comparecer mensalmente ao tribunal e não cometer novos crimes. Mauricio Javier Atencio Krause Reprodução
