Quinto envolvido na morte de Cláudio Rafael é considerado foragido Divulgação A Polícia Civil pediu à Justiça a conversão das prisões temporárias em preventivas dos 5 investigados pela morte do ciclista Cláudio Rafael Landeiro Moreira, espancado na madrugada de 12 de agosto, em Copacabana, na Zona Sul do Rio. O pedido foi encaminhado nesta terça-feira (8) à 1ª Vara Criminal da Comarca da Capital. Davi Santos Machado e Jorge Luiz Ricardo Dias, que são seguranças, e os entregadores Felipe Eduardo dos Santos Silva e Ailton José da Silva, além de Wellington Luiz Santos de Souza, que está foragido, foram indiciados por homicídio qualificado. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Segundo a polícia, imagens de câmeras de segurança mostram que as agressões contra Cláudio duraram mais de seis minutos. Davi, Felipe e Ailton teriam participado dos ataques, com golpes de cassetete, socos e chutes, principalmente na cabeça. As agressões continuaram mesmo depois de Cláudio cair no chão. Wellington teria chegado posteriormente e dado um chute na cabeça do ciclista. A polícia diz que Davi confessou ter agredido Cláudio com socos, pontapés e golpes de cassetete. Felipe também teria admitido ter dado quatro chutes na vítima. Jorge, segundo a investigação, estava no local e deixou a cena levando a bicicleta de Cláudio e o objeto usado na agressão. A participação de Ailton foi identificada a partir das imagens. Polícia conclui inquérito e indicia 13 pessoas pela morte de ciclista em Copacabana Violência empregada no crime No pedido, a Polícia Civil argumenta que a prisão preventiva é necessária para garantir a ordem pública e preservar a investigação. Segundo os investigadores, a violência empregada e a atuação conjunta dos suspeitos demonstram risco caso eles sejam colocados em liberdade. A polícia também afirma que a liberdade dos investigados poderia facilitar o contato entre eles e uma eventual combinação de versões. Em relação a Wellington, destaca ainda que ele está foragido e que a prisão é necessária para garantir a aplicação da lei penal. Em função disso, a polícia pediu que as prisões temporárias sejam convertidas em preventivas e que sejam mantidas as custódias dos investigados que já estão presos. Treze indiciados Nesta segunda (7), a Polícia Civil concluiu o inquérito sobre a morte do ciclista e indiciou 13 pessoas pelo crime. A polícia analisou mais de 12 horas de imagens para concluir a investigação. "Conseguimos identificar as pessoas envolvidas no homicídio em si. Então, cinco pessoas foram indiciadas pelo homicídio triplamente qualificado — os dois seguranças, os dois entregadores e um quinto elemento. Esse é o único foragido ainda. Ele saiu do carro e desferiu um chute na cabeça da vítima", disse o delegado Ângelo Lage, da 12ª DP (Copacabana). Outros indiciados foram o ciclista que aparece nas imagens e não auxilia a vítima, por omissão de socorro, e uma jovem, por lesão corporal, que entregou o bastão de madeira para um dos agressores. Os outros foram indiciados por exercício ilegal de profissão. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Cláudio Rafael Landeiro Reprodução O ciclista, que tinha transtornos mentais e defasagem cognitiva, não reagiu às agressões. Ele sofreu traumatismo cranioencefálico, hemorragia interna e rompimento de órgãos. Foi socorrido pelo Corpo de Bombeiros e levado para o Hospital Municipal Miguel Couto, na Zona Sul, mas não resistiu aos ferimentos. A investigação da 12ª DP identificou 13 envolvidos no episódio. Quatro pessoas chegaram a ser presas, entre elas seguranças e entregadores de aplicativo. Um quinto homem está foragido. Os demais vão responder em liberdade. A polícia também investiga a atuação de comerciantes da região, suspeitos de financiar um esquema de segurança privada irregular em Copacabana. Com a conclusão do inquérito, a polícia vai encaminhar as informações ao Ministério Público, que deverá analisar as acusações e decidir sobre eventual denúncia à Justiça. Cláudio Rafael Landeiro no vídeo gravado pelos próprios agressores Reprodução Davi Santos Machado é preso Divulgação 🟩O g1 Rio está no GloboPop, o novo aplicativo de vídeos curtos verticais da Globo, disponível gratuitamente no seu celular. Lá no app, você pode seguir o palco do g1 Rio para não perder nenhum episódio. Baixe o GloboPop.
Polícia pede à Justiça conversão da prisão temporária em preventiva dos 5 investigados por morte de ciclista em Copacabana
Piemonte Escrito em 08/09/2026
Quinto envolvido na morte de Cláudio Rafael é considerado foragido Divulgação A Polícia Civil pediu à Justiça a conversão das prisões temporárias em preventivas dos 5 investigados pela morte do ciclista Cláudio Rafael Landeiro Moreira, espancado na madrugada de 12 de agosto, em Copacabana, na Zona Sul do Rio. O pedido foi encaminhado nesta terça-feira (8) à 1ª Vara Criminal da Comarca da Capital. Davi Santos Machado e Jorge Luiz Ricardo Dias, que são seguranças, e os entregadores Felipe Eduardo dos Santos Silva e Ailton José da Silva, além de Wellington Luiz Santos de Souza, que está foragido, foram indiciados por homicídio qualificado. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Segundo a polícia, imagens de câmeras de segurança mostram que as agressões contra Cláudio duraram mais de seis minutos. Davi, Felipe e Ailton teriam participado dos ataques, com golpes de cassetete, socos e chutes, principalmente na cabeça. As agressões continuaram mesmo depois de Cláudio cair no chão. Wellington teria chegado posteriormente e dado um chute na cabeça do ciclista. A polícia diz que Davi confessou ter agredido Cláudio com socos, pontapés e golpes de cassetete. Felipe também teria admitido ter dado quatro chutes na vítima. Jorge, segundo a investigação, estava no local e deixou a cena levando a bicicleta de Cláudio e o objeto usado na agressão. A participação de Ailton foi identificada a partir das imagens. Polícia conclui inquérito e indicia 13 pessoas pela morte de ciclista em Copacabana Violência empregada no crime No pedido, a Polícia Civil argumenta que a prisão preventiva é necessária para garantir a ordem pública e preservar a investigação. Segundo os investigadores, a violência empregada e a atuação conjunta dos suspeitos demonstram risco caso eles sejam colocados em liberdade. A polícia também afirma que a liberdade dos investigados poderia facilitar o contato entre eles e uma eventual combinação de versões. Em relação a Wellington, destaca ainda que ele está foragido e que a prisão é necessária para garantir a aplicação da lei penal. Em função disso, a polícia pediu que as prisões temporárias sejam convertidas em preventivas e que sejam mantidas as custódias dos investigados que já estão presos. Treze indiciados Nesta segunda (7), a Polícia Civil concluiu o inquérito sobre a morte do ciclista e indiciou 13 pessoas pelo crime. A polícia analisou mais de 12 horas de imagens para concluir a investigação. "Conseguimos identificar as pessoas envolvidas no homicídio em si. Então, cinco pessoas foram indiciadas pelo homicídio triplamente qualificado — os dois seguranças, os dois entregadores e um quinto elemento. Esse é o único foragido ainda. Ele saiu do carro e desferiu um chute na cabeça da vítima", disse o delegado Ângelo Lage, da 12ª DP (Copacabana). Outros indiciados foram o ciclista que aparece nas imagens e não auxilia a vítima, por omissão de socorro, e uma jovem, por lesão corporal, que entregou o bastão de madeira para um dos agressores. Os outros foram indiciados por exercício ilegal de profissão. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Cláudio Rafael Landeiro Reprodução O ciclista, que tinha transtornos mentais e defasagem cognitiva, não reagiu às agressões. Ele sofreu traumatismo cranioencefálico, hemorragia interna e rompimento de órgãos. Foi socorrido pelo Corpo de Bombeiros e levado para o Hospital Municipal Miguel Couto, na Zona Sul, mas não resistiu aos ferimentos. A investigação da 12ª DP identificou 13 envolvidos no episódio. Quatro pessoas chegaram a ser presas, entre elas seguranças e entregadores de aplicativo. Um quinto homem está foragido. Os demais vão responder em liberdade. A polícia também investiga a atuação de comerciantes da região, suspeitos de financiar um esquema de segurança privada irregular em Copacabana. Com a conclusão do inquérito, a polícia vai encaminhar as informações ao Ministério Público, que deverá analisar as acusações e decidir sobre eventual denúncia à Justiça. Cláudio Rafael Landeiro no vídeo gravado pelos próprios agressores Reprodução Davi Santos Machado é preso Divulgação 🟩O g1 Rio está no GloboPop, o novo aplicativo de vídeos curtos verticais da Globo, disponível gratuitamente no seu celular. Lá no app, você pode seguir o palco do g1 Rio para não perder nenhum episódio. Baixe o GloboPop.
