Ex-jogador do Botafogo é uma das vítimas fatais da queda de muro em Santa Teresa, no RJ

Piemonte Escrito em 30/07/2026


Ex-jogador do Botafogo é uma das vítimas fatais da queda de muro em Santa Teresa, no RJ O ex-jogador do Botafogo, Tássio Maia dos Santos, de 41 anos, é uma das duas vítimas da queda de um muro em Santa Teresa, na região Central do Rio, na tarde desta quarta-feira (29) durante uma forte ventania com rajadas de mais de 100 km/h. O desabamento também atingiu um carro na Rua Doutor Júlio Otoni. A segunda vítima ainda não foi identificada. Nas redes sociais, o clube divulgou uma nota de pesar lamentando a morte do ex-jogador, que fez parte da equipe em 2015. "Com imenso pesar, o Botafogo lamenta o falecimento do ex-atleta Tássio Maia dos Santos, que vestiu a nossa camisa no ano de 2015, aos 41 anos. Tássio foi vítima do desabamento de um muro durante a forte ventania que atingiu o Rio de Janeiro, nesta quarta-feira. Neste momento de dor, o Clube presta solidariedade aos familiares, amigos e a todos os que conviveram com Tássio. Descanse em paz", diz a nota. Tássio Maia dos Santos. Reprodução / Redes Sociais Leia também: VÍDEOS: veja imagens da ventania e dos estragos no Grande Rio Rajadas de mais de 100 km/h 'expulsam' banhistas da praia de Ipanema Quem era Tássio Maia dos Santos? Após uma carreira que o levou a defender 27 clubes, o ex-atacante Tássio Maia dos Santos se aposentou em 2019, quando deixou o Ferroviário. Formado no São Cristóvão, acumulou passagens por equipes como Botafogo, Mirassol, Figueirense, Volta Redonda e Bragantino, além do CSKA Sofia, no futebol búlgaro. Fora do esporte, dedicava-se à gestão de uma casa de festas em Santa Teresa. Vídeo mostra muro desabando em Santa Teresa; 2 pessoas morreram Ventania no Rio Fortes rajadas de vento, de mais de 100 km/h, com a chegada de uma frente fria provocaram o caos no Rio de Janeiro e em cidades da Região Metropolitana na tarde desta quarta-feira. Em Angra dos Reis, um pescador desapareceu. Principais impactos para a população: Os ventos chegaram a 105 km/h, na base do Galeão. Cidade entrou em Estágio 2 de alerta. A circulação de trens e metrô foi interrompida devido à falta de energia. As linhas já foram normalizadas. Apagão: todas as regiões do Rio e até da Baixada tiveram relato de falta de energia; o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) afirmou que uma subestação do Rio foi desligada após a ventaria, e a Light disse que houve uma "falha externa no sistema", e que as regiões mais afetadas foram: Zona Sul, Centro e Tijuca. Com a queda de energia, sinais de trânsito ficaram inoperantes, causando problemas no trânsito na volta para a casa. Defesa Civil e Bombeiros tiveram 30 ocorrências de cortes de árvores, 26 salvamentos de pessoas e 4 desabamentos. Houve queda de árvores em vários lugares do Grande Rio. Uma funcionária da Fiocruz teve ferimentos leves e um homem foi socorrido no Centro, sem gravidade. Aeroporto Santos Dumont fechou para pousos e decolagens. Operação no Galeão foi mantida, mas 5 voos foram desviados. Prefeitura pediu que população evitasse deslocamentos. Ponte Rio-Niterói operou com "operação comboio", abrindo e fechando de acordo com as rajadas e com equipes da concessionária conduzindo os motoristas. Ventania começou a diminuir por volta das 17h50, mas há previsão de chuva para a noite.