Nova pesquisa pode ajudar quem perdeu movimentos Na manhã desta quarta-feira (21), o Hospital Militar de Área de Campo Grande (HMilACG) realizou a primeira cirurgia com polilaminina em Mato Grosso do Sul. O paciente tornou-se o 13º no Brasil a receber o tratamento, obtendo a autorização para participar por meio de decisão judicial. A polilaminina, uma proteína em fase de testes, está sendo aplicada em pacientes com lesões na medula espinhal, com aprovação do Ministério da Saúde e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O procedimento contou com a participação de médicos pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MS no WhatsApp No dia 5 de janeiro, o Ministério da Saúde e a Anvisa anunciaram o início do estudo clínico de fase 1, que vai avaliar a segurança do uso da polilaminina no tratamento do Trauma Raquimedular Agudo (TRM). O estudo inclui cinco voluntários, com idades entre 18 e 72 anos, e é conduzido pela UFRJ, que pesquisa a substância há mais de 20 anos. A polilaminina é uma proteína derivada da placenta humana, criada em laboratório como uma versão da laminina, presente no desenvolvimento embrionário e responsável por ajudar os neurônios a se conectarem. LEIA TAMBÉM: Polilaminina: o que se sabe sobre a proteína da UFRJ que pode recuperar movimentos após lesão na medula Anvisa libera estudo clínico e autoriza aplicação de polilaminina em cinco pacientes com lesão na medula Nesta fase, a empresa patrocinadora do estudo acompanha, registra e avalia todos os efeitos colaterais, mesmo os leves, para garantir a segurança dos participantes. A expectativa é que, quando aplicada no local da lesão, a proteína estimule os nervos a criar novas conexões e recupere parte dos movimentos. Cientistas brasileiros usam proteína da placenta para devolver parte dos movimentos de cães e humanos que tiveram lesão na medula Reprodução/TV Globo Veja vídeos de Mato Grosso do Sul:
Polilaminina: 1ª cirurgia com proteína que pode recuperar movimentos após lesão na medula é realizada em MS
Piemonte Escrito em 21/01/2026
Nova pesquisa pode ajudar quem perdeu movimentos Na manhã desta quarta-feira (21), o Hospital Militar de Área de Campo Grande (HMilACG) realizou a primeira cirurgia com polilaminina em Mato Grosso do Sul. O paciente tornou-se o 13º no Brasil a receber o tratamento, obtendo a autorização para participar por meio de decisão judicial. A polilaminina, uma proteína em fase de testes, está sendo aplicada em pacientes com lesões na medula espinhal, com aprovação do Ministério da Saúde e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O procedimento contou com a participação de médicos pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MS no WhatsApp No dia 5 de janeiro, o Ministério da Saúde e a Anvisa anunciaram o início do estudo clínico de fase 1, que vai avaliar a segurança do uso da polilaminina no tratamento do Trauma Raquimedular Agudo (TRM). O estudo inclui cinco voluntários, com idades entre 18 e 72 anos, e é conduzido pela UFRJ, que pesquisa a substância há mais de 20 anos. A polilaminina é uma proteína derivada da placenta humana, criada em laboratório como uma versão da laminina, presente no desenvolvimento embrionário e responsável por ajudar os neurônios a se conectarem. LEIA TAMBÉM: Polilaminina: o que se sabe sobre a proteína da UFRJ que pode recuperar movimentos após lesão na medula Anvisa libera estudo clínico e autoriza aplicação de polilaminina em cinco pacientes com lesão na medula Nesta fase, a empresa patrocinadora do estudo acompanha, registra e avalia todos os efeitos colaterais, mesmo os leves, para garantir a segurança dos participantes. A expectativa é que, quando aplicada no local da lesão, a proteína estimule os nervos a criar novas conexões e recupere parte dos movimentos. Cientistas brasileiros usam proteína da placenta para devolver parte dos movimentos de cães e humanos que tiveram lesão na medula Reprodução/TV Globo Veja vídeos de Mato Grosso do Sul:
