Kleber Mendonça Filho e Wagner Moura se reúnem com Guillermo del Toro: 'Grato pela generosidade'

Piemonte Escrito em 18/02/2026


'O agente secreto' recebe quatro indicações ao Oscar Diretor de "O Agente Secreto", Kleber Mendonça Filho publicou fotos em que ele e Wagner Moura aparecem ao lado de Guillermo del Toro, cineasta mexicano que dirigiu filmes como "Frankenstein", "A Forma da Água" e "O Labirinto do Fauno". O post foi feito no Instagram do artista, nesta quarta-feira (18). "Visita a Del Toro. Obrigado ao grande cineasta e criador de imagens Guillermo del Toro. Grato pela sua generosidade e pelo seu cinema", escreveu o Kleber na legenda. Segundo o brasileiro, as fotos foram tiradas em Los Angeles (EUA), neste mês. No Oscar 2026, "O Agente Secreto", "Frankenstein" e mais oito longas disputam o prêmio de melhor filme. Wagner Moura, Kleber Mendonça Filho e Guillermo del Toro em foto postada pelo diretor brasileiro Reprodução/Instagram Ao todo, o filme mexicano recebeu nove indicações ao Oscar (melhor filme, melhor fotografia, melhor som, melhor direção de arte, melhor figurino, melhor ator coadjuvante, melhor roteiro adaptado, melhor trilha sonora original e melhor maquiagem e cabelo). Já "O Agente Secreto" recebeu quatro indicações ao Oscar (melhor filme, melhor ator, melhor filme internacional e melhor seleção de elenco) A cerimônia do Oscar acontece em 15 de março, em Los Angeles. Assim como em 2025, a 98ª edição da premiação americana vai contar com o comediante Conan O'Brien como apresentador. Qual a história de 'O agente secreto'? Wagner Moura é Marcelo em 'O Agente Secreto' Divulgação "O Agente Secreto" coloca Wagner Moura na pele de Marcelo, um professor que desembarca na capital pernambucana em pleno 1977 fugindo de ameaças em São Paulo para tentar reencontrar o filho. O longa de Kleber Mendonça Filho é um thriller de atmosfera densa que acerta ao transformar o carnaval e a paisagem urbana em um cenário de vigilância e paranoia, funcionando como um jogo de gato e rato onde as lendas locais e o medo da ditadura se misturam, entregando uma obra que é, ao mesmo tempo, um drama familiar comovente e um suspense pop de tirar o fôlego. Na edição do ano passado, "Ainda estou aqui" venceu o prêmio de Melhor Filme Internacional. Foi a primeira estatueta conquistada pelo Brasil na história da premiação.