Polícia investiga suposto estelionato em inscrições para corrida de rua em Varginha, MG O que era para ser um dia de superação de desafios virou dor de cabeça para dezenas de corredores em Varginha (MG). A Polícia Civil investiga um possível esquema de fraude na venda de inscrições para uma corrida realizada no domingo (14). Segundo relatos, mais de 400 vagas teriam sido comercializadas de forma irregular, deixando participantes sem acesso ao evento e sem reembolso. 📲 Siga a página do g1 Sul de Minas no Instagram As denúncias partiram de moradores de Varginha e da cidade vizinha de Campanha, que afirmam ter comprado inscrições por R$ 89,90 com uma pessoa que se apresentava como intermediadora da prova. Muitos descobriram apenas no dia do evento que não estavam devidamente inscritos. De acordo com o delegado Cristiano Silva, a Polícia Civil tomou conhecimento do caso na manhã seguinte ao evento e instaurou um inquérito para apurar suspeita de estelionato. “Alguns corredores procuraram a delegacia noticiando que teriam adquirido o ticket para a participação no evento pagando a quantia de R$ 89,90 junto à investigada que se passava por uma intermediadora do evento e que estaria conseguindo num preço mais acessível, promocional”, explicou. Polícia Civil de Varginha Reprodução EPTV Até o momento, segundo o delegado, 38 vítimas já foram identificadas formalmente, com prejuízo que ultrapassa R$ 4 mil. “Ela recebeu essa quantia, chegando a quantia de 4 mil e poucos reais [...] e não reembolsou, não entregou o kit e alegou circunstâncias alheias à vontade dela, como um bloqueio de conta bancária”, disse. A Polícia Civil orienta que outras possíveis vítimas procurem a delegacia para formalizar a denúncia. É necessário apresentar comprovantes de pagamento, como PIX ou transferência, além de conversas em redes sociais ou aplicativos de mensagem. “Nós precisamos que as pessoas procurem para que nós a ouçamos em cartório [...] Às vezes a pessoa não procura pela questão do ínfimo valor e acaba que passa a sensação de impunidade”, destacou o delegado. Em nota, a rede de supermercados responsável pela corrida informou que as inscrições são feitas exclusivamente pelos canais oficiais e que os pagamentos citados foram realizados a uma pessoa sem vínculo com a organização ou com a TBH Sports, empresa responsável pela prova. A empresa lamentou o ocorrido e afirmou estar à disposição das autoridades. Polícia Civil investiga venda irregular de inscrições em corrida em Varginha Procurada, a influenciadora afirmou que intermediava listas de desconto para corridas há cerca de três meses e que nunca havia enfrentado problemas. Segundo ela, a parceria para a prova teria sido proposta pelo próprio supermercado. A mulher afirmou ainda que cerca de 400 inscrições foram intermediadas por meio de uma lista e que, ao tentar finalizar os pagamentos, teve a conta bancária bloqueada por questões relacionadas à Receita Federal. Ela disse que já iniciou o reembolso de parte dos participantes e que pretende ressarcir os demais. Também relatou ter recebido ameaças após o caso vir à tona. Veja mais notícias da região no g1 Sul de Minas
Polícia investiga suposto estelionato após corredores relatarem prejuízo em inscrições para prova de rua em Varginha, MG
Piemonte Escrito em 16/06/2026
Polícia investiga suposto estelionato em inscrições para corrida de rua em Varginha, MG O que era para ser um dia de superação de desafios virou dor de cabeça para dezenas de corredores em Varginha (MG). A Polícia Civil investiga um possível esquema de fraude na venda de inscrições para uma corrida realizada no domingo (14). Segundo relatos, mais de 400 vagas teriam sido comercializadas de forma irregular, deixando participantes sem acesso ao evento e sem reembolso. 📲 Siga a página do g1 Sul de Minas no Instagram As denúncias partiram de moradores de Varginha e da cidade vizinha de Campanha, que afirmam ter comprado inscrições por R$ 89,90 com uma pessoa que se apresentava como intermediadora da prova. Muitos descobriram apenas no dia do evento que não estavam devidamente inscritos. De acordo com o delegado Cristiano Silva, a Polícia Civil tomou conhecimento do caso na manhã seguinte ao evento e instaurou um inquérito para apurar suspeita de estelionato. “Alguns corredores procuraram a delegacia noticiando que teriam adquirido o ticket para a participação no evento pagando a quantia de R$ 89,90 junto à investigada que se passava por uma intermediadora do evento e que estaria conseguindo num preço mais acessível, promocional”, explicou. Polícia Civil de Varginha Reprodução EPTV Até o momento, segundo o delegado, 38 vítimas já foram identificadas formalmente, com prejuízo que ultrapassa R$ 4 mil. “Ela recebeu essa quantia, chegando a quantia de 4 mil e poucos reais [...] e não reembolsou, não entregou o kit e alegou circunstâncias alheias à vontade dela, como um bloqueio de conta bancária”, disse. A Polícia Civil orienta que outras possíveis vítimas procurem a delegacia para formalizar a denúncia. É necessário apresentar comprovantes de pagamento, como PIX ou transferência, além de conversas em redes sociais ou aplicativos de mensagem. “Nós precisamos que as pessoas procurem para que nós a ouçamos em cartório [...] Às vezes a pessoa não procura pela questão do ínfimo valor e acaba que passa a sensação de impunidade”, destacou o delegado. Em nota, a rede de supermercados responsável pela corrida informou que as inscrições são feitas exclusivamente pelos canais oficiais e que os pagamentos citados foram realizados a uma pessoa sem vínculo com a organização ou com a TBH Sports, empresa responsável pela prova. A empresa lamentou o ocorrido e afirmou estar à disposição das autoridades. Polícia Civil investiga venda irregular de inscrições em corrida em Varginha Procurada, a influenciadora afirmou que intermediava listas de desconto para corridas há cerca de três meses e que nunca havia enfrentado problemas. Segundo ela, a parceria para a prova teria sido proposta pelo próprio supermercado. A mulher afirmou ainda que cerca de 400 inscrições foram intermediadas por meio de uma lista e que, ao tentar finalizar os pagamentos, teve a conta bancária bloqueada por questões relacionadas à Receita Federal. Ela disse que já iniciou o reembolso de parte dos participantes e que pretende ressarcir os demais. Também relatou ter recebido ameaças após o caso vir à tona. Veja mais notícias da região no g1 Sul de Minas
