Gutemberg Olveira terá a dividir prêmio da Mega da Virada com o compadre. Arquivo Pessoal O sergipano Gutemberg Oliveira, condenado a dividir com o compadre o prêmio da quina da Mega da Virada de 2022, cerca de R$ 45 mil reais, contou a sua versão ao g1 e negou qualquer tipo de acordo antes de realizar o jogo e que vai recorrer, já que não concorda com a decisão da justiça sergipana. Segundo Gutemberg, ele foi até a casa lotérica, que fica na cidade de Frei Paulo, pagou todos os jogos e o compadre apenas o ajudou falando os números em um dos talões, que não foi o vencedor, e acrescentou R$ 0,50 para completar o valor necessário. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 SE no WhatsApp O réu também afirmou que não acredita no relato das testemunhas presentes na decisão e que não foi feito nenhum acordo com o compadre para divisão de valores. “Mas aí quando eu ganhei, virou esse inferno. Ele entrou na Justiça contra a minha pessoa e agora eu vou pagar uma coisa que eu não devo. [...] Quem assinou o papel do jogo fui eu, é meu e agora a justiça quer que eu devolva R$ 22 mil”, disse o réu. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Gutemberg, que trabalha como vigilante, também afirmou que enfrentará dificuldades financeiras para fazer o pagamento. “Eu ganho um salário (mínimo), eu tenho que me manter com esse salário. Quando a Justiça me chamar, eu vou pagar, mas como é que eu posso pagar? eu vou dizer a minha situação”, acrescentou. Ele declarou que ainda aguarda a comunicação oficial e que vai tentar recorrer da decisão. O advogado de defesa do autor da ação alegou que ainda vai estudar o caso para emitir novo posicionamento. Mega da Virada Tomaz Silva/Agência Brasil
‘Vou pagar uma coisa que não devo’, diz sergipano condenado a dividir prêmio da Mega da Virada com compadre
Piemonte Escrito em 21/01/2026
Gutemberg Olveira terá a dividir prêmio da Mega da Virada com o compadre. Arquivo Pessoal O sergipano Gutemberg Oliveira, condenado a dividir com o compadre o prêmio da quina da Mega da Virada de 2022, cerca de R$ 45 mil reais, contou a sua versão ao g1 e negou qualquer tipo de acordo antes de realizar o jogo e que vai recorrer, já que não concorda com a decisão da justiça sergipana. Segundo Gutemberg, ele foi até a casa lotérica, que fica na cidade de Frei Paulo, pagou todos os jogos e o compadre apenas o ajudou falando os números em um dos talões, que não foi o vencedor, e acrescentou R$ 0,50 para completar o valor necessário. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 SE no WhatsApp O réu também afirmou que não acredita no relato das testemunhas presentes na decisão e que não foi feito nenhum acordo com o compadre para divisão de valores. “Mas aí quando eu ganhei, virou esse inferno. Ele entrou na Justiça contra a minha pessoa e agora eu vou pagar uma coisa que eu não devo. [...] Quem assinou o papel do jogo fui eu, é meu e agora a justiça quer que eu devolva R$ 22 mil”, disse o réu. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Gutemberg, que trabalha como vigilante, também afirmou que enfrentará dificuldades financeiras para fazer o pagamento. “Eu ganho um salário (mínimo), eu tenho que me manter com esse salário. Quando a Justiça me chamar, eu vou pagar, mas como é que eu posso pagar? eu vou dizer a minha situação”, acrescentou. Ele declarou que ainda aguarda a comunicação oficial e que vai tentar recorrer da decisão. O advogado de defesa do autor da ação alegou que ainda vai estudar o caso para emitir novo posicionamento. Mega da Virada Tomaz Silva/Agência Brasil
