Abhijeet Dipke, fundador do partido Cockroach Janta Party (CJP), discursa para apoiadores durante um protesto em Mumbai, em 2 de outubro de 2026. Os manifestantes exigiam a renúncia de Gyanesh Kumar, principal responsável pela comissão eleitoral da Índia, por supostas irregularidades nas listas de eleitores. Indranil Mukherjee / AFP A polícia da Índia prendeu neste sábado (10) Abhijeet Dipke, fundador do movimento "Barata", antes de um protesto convocado para exigir a renúncia do principal responsável pela comissão eleitoral do país, segundo o próprio grupo. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp ▶️ O movimento Barata é um grupo de jovens indianos que ganhou projeção ao protestar contra vazamentos de provas e irregularidades em exames e concursos públicos. As mobilizações pressionaram o governo do primeiro-ministro Narendra Modi e contribuíram para a renúncia do ministro da Educação, em julho. A emissoras de TV indiana NDTV informou que policiais abordaram Dipke no aeroporto da capital Nova Délhi, após sua chegada de Mumbai, o centro financeiro da Índia. Os agentes pediram que ele cancelasse a manifestação, proibida pelas autoridades. Outros dois líderes do movimento, Saurav Das e Ashutosh Ranka, também foram detidos após desembarcarem de um voo. Milhares de pessoas eram esperadas para o protesto em Jantar Mantar, área de Nova Délhi usada para manifestações. As autoridades impuseram restrições no local, incluindo a suspensão do acesso à internet móvel. Na última sexta-feira (9), a polícia afirmou que havia negado autorização para o ato porque o pedido foi apresentado fora do prazo. Agora no g1 Jovens voltam às ruas na Índia A área prevista para a manifestação foi isolada com barreiras metálicas amarelas. Milhares de policiais foram mobilizados para atuar no local e nas proximidades. Restrições nos serviços ferroviários e em estações de metrô também poderiam dificultar o deslocamento de manifestantes pela capital. A mobilização ocorre em meio ao crescimento de uma campanha de protestos que recebeu apoio da oposição e aumentou a pressão sobre o premiê Modi.
Polícia da Índia prende fundador do movimento 'Barata' antes de protesto
Piemonte Escrito em 10/10/2026
Abhijeet Dipke, fundador do partido Cockroach Janta Party (CJP), discursa para apoiadores durante um protesto em Mumbai, em 2 de outubro de 2026. Os manifestantes exigiam a renúncia de Gyanesh Kumar, principal responsável pela comissão eleitoral da Índia, por supostas irregularidades nas listas de eleitores. Indranil Mukherjee / AFP A polícia da Índia prendeu neste sábado (10) Abhijeet Dipke, fundador do movimento "Barata", antes de um protesto convocado para exigir a renúncia do principal responsável pela comissão eleitoral do país, segundo o próprio grupo. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp ▶️ O movimento Barata é um grupo de jovens indianos que ganhou projeção ao protestar contra vazamentos de provas e irregularidades em exames e concursos públicos. As mobilizações pressionaram o governo do primeiro-ministro Narendra Modi e contribuíram para a renúncia do ministro da Educação, em julho. A emissoras de TV indiana NDTV informou que policiais abordaram Dipke no aeroporto da capital Nova Délhi, após sua chegada de Mumbai, o centro financeiro da Índia. Os agentes pediram que ele cancelasse a manifestação, proibida pelas autoridades. Outros dois líderes do movimento, Saurav Das e Ashutosh Ranka, também foram detidos após desembarcarem de um voo. Milhares de pessoas eram esperadas para o protesto em Jantar Mantar, área de Nova Délhi usada para manifestações. As autoridades impuseram restrições no local, incluindo a suspensão do acesso à internet móvel. Na última sexta-feira (9), a polícia afirmou que havia negado autorização para o ato porque o pedido foi apresentado fora do prazo. Agora no g1 Jovens voltam às ruas na Índia A área prevista para a manifestação foi isolada com barreiras metálicas amarelas. Milhares de policiais foram mobilizados para atuar no local e nas proximidades. Restrições nos serviços ferroviários e em estações de metrô também poderiam dificultar o deslocamento de manifestantes pela capital. A mobilização ocorre em meio ao crescimento de uma campanha de protestos que recebeu apoio da oposição e aumentou a pressão sobre o premiê Modi.
