Estados Unidos derrubam drone do Irã que se aproximou de navio militar americano O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quarta-feira (4) que o líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, deveria estar “muito preocupado” neste momento. A declaração ocorre em meio ao aumento das tensões entre os dois países. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Na semana passada, Trump disse estar disposto a autorizar uma operação militar contra o Irã caso o país não aceite negociar um acordo para limitar ou encerrar o programa nuclear iraniano. Os EUA também enviaram o porta-aviões USS Abraham Lincoln para a região. Nesta quarta, em entrevista à NBC News, Trump afirmou que o Irã está negociando com os Estados Unidos, mas disse que, ainda assim, Khamenei deveria se preocupar. “Aquele país está um caos agora por nossa causa. Entramos lá e acabamos com o programa nuclear”, afirmou, em referência aos ataques dos EUA ao Irã em junho de 2024. Trump disse ainda que continua ao lado dos manifestantes iranianos que foram às ruas para protestar contra o regime de Khamenei entre o fim de dezembro e janeiro. Enviados dos Estados Unidos e do Irã devem se reunir em Omã, na sexta-feira (6), para negociar um acordo. Segundo o jornal The New York Times, o governo iraniano está disposto a suspender ou encerrar o programa nuclear para reduzir as tensões. Ainda de acordo com o jornal, o Irã deve defender na reunião a aceitação de uma proposta dos EUA para a criação de um consórcio regional no Oriente Médio voltado à produção de energia nuclear. Os Estados Unidos e o Irã já tiveram um acordo de não proliferação de armas nucleares, assinado durante o governo do ex-presidente Barack Obama. Trump, no entanto, retirou os norte-americanos do acordo em 2018. LEIA TAMBÉM Irã autoriza mulheres a tirar carteira para motocicleta após anos de impasse Diante de fim de acordo nuclear, aliado de Putin provoca EUA nas redes: 'O inverno está chegando' 'Safári humano' na Bósnia: homem de 80 anos se torna 1º suspeito em esquema que levava turistas para atirar em civis por diversão durante guerra Ali Khamenei e Donald Trump Gabinete do Líder Supremo do Irã via AP; AP Photo/Evan Vucci Tensões no Oriente Médio Dois incidentes separados na terça-feira (3) elevaram as tensões entre o Irã e os Estados Unidos. Primeiro, um drone iraniano foi abatido após se aproximar do porta-aviões norte-americano USS Abraham Lincoln. Depois, barcos do Irã interceptaram um petroleiro dos EUA e tentaram apreendê-lo, mas novamente foram repelidos. Segundo o Instituto para o Estudo da Guerra (ISW, na sigla em inglês), um think tank norte-americano especializado em questões militares, ambas as ações tiveram como objetivo testar a reação do Exército dos Estados Unidos. O ISW alertou ainda que os dois incidentes podem marcar o início de uma escalada marítima do Irã, com o objetivo de dissuadir um ataque dos EUA por meio de demonstrações de capacidade de desafiar a presença naval norte-americana na costa iraniana. Segundo o jornal norte-americano The New York Times, ao menos dez navios de guerra dos EUA estão próximos ao Irã após determinação de Trump. VÍDEOS: mais assistidos do g1
Após troca de ameaças, Trump afirma que líder supremo do Irã deveria estar 'muito preocupado'
Piemonte Escrito em 04/02/2026
Estados Unidos derrubam drone do Irã que se aproximou de navio militar americano O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quarta-feira (4) que o líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, deveria estar “muito preocupado” neste momento. A declaração ocorre em meio ao aumento das tensões entre os dois países. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Na semana passada, Trump disse estar disposto a autorizar uma operação militar contra o Irã caso o país não aceite negociar um acordo para limitar ou encerrar o programa nuclear iraniano. Os EUA também enviaram o porta-aviões USS Abraham Lincoln para a região. Nesta quarta, em entrevista à NBC News, Trump afirmou que o Irã está negociando com os Estados Unidos, mas disse que, ainda assim, Khamenei deveria se preocupar. “Aquele país está um caos agora por nossa causa. Entramos lá e acabamos com o programa nuclear”, afirmou, em referência aos ataques dos EUA ao Irã em junho de 2024. Trump disse ainda que continua ao lado dos manifestantes iranianos que foram às ruas para protestar contra o regime de Khamenei entre o fim de dezembro e janeiro. Enviados dos Estados Unidos e do Irã devem se reunir em Omã, na sexta-feira (6), para negociar um acordo. Segundo o jornal The New York Times, o governo iraniano está disposto a suspender ou encerrar o programa nuclear para reduzir as tensões. Ainda de acordo com o jornal, o Irã deve defender na reunião a aceitação de uma proposta dos EUA para a criação de um consórcio regional no Oriente Médio voltado à produção de energia nuclear. Os Estados Unidos e o Irã já tiveram um acordo de não proliferação de armas nucleares, assinado durante o governo do ex-presidente Barack Obama. Trump, no entanto, retirou os norte-americanos do acordo em 2018. LEIA TAMBÉM Irã autoriza mulheres a tirar carteira para motocicleta após anos de impasse Diante de fim de acordo nuclear, aliado de Putin provoca EUA nas redes: 'O inverno está chegando' 'Safári humano' na Bósnia: homem de 80 anos se torna 1º suspeito em esquema que levava turistas para atirar em civis por diversão durante guerra Ali Khamenei e Donald Trump Gabinete do Líder Supremo do Irã via AP; AP Photo/Evan Vucci Tensões no Oriente Médio Dois incidentes separados na terça-feira (3) elevaram as tensões entre o Irã e os Estados Unidos. Primeiro, um drone iraniano foi abatido após se aproximar do porta-aviões norte-americano USS Abraham Lincoln. Depois, barcos do Irã interceptaram um petroleiro dos EUA e tentaram apreendê-lo, mas novamente foram repelidos. Segundo o Instituto para o Estudo da Guerra (ISW, na sigla em inglês), um think tank norte-americano especializado em questões militares, ambas as ações tiveram como objetivo testar a reação do Exército dos Estados Unidos. O ISW alertou ainda que os dois incidentes podem marcar o início de uma escalada marítima do Irã, com o objetivo de dissuadir um ataque dos EUA por meio de demonstrações de capacidade de desafiar a presença naval norte-americana na costa iraniana. Segundo o jornal norte-americano The New York Times, ao menos dez navios de guerra dos EUA estão próximos ao Irã após determinação de Trump. VÍDEOS: mais assistidos do g1
