Guerra no Oriente Médio completa 1 mês O Irã voltou a protestar nesta segunda-feira (30) contra as propostas dos Estados Unidos para finalizar a guerra entre os dois países. O presidente dos EUA, Donald Trump, no entanto, foi na contramão ao afirmar que as negociações com Teerã estavam progredindo. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores iraniano, Esmail Baghaei, chamou as propostas norte-americanas de "fora da realidade, desproporcionais e excessivas" e questionou se o governo Trump é levado a sério em sua postura nas negociações. "Não tivemos nenhuma negociação direta com os EUA até o momento. O que houve foram mensagens recebidas por meio de intermediários, indicando o interesse dos EUA em negociar. Não sei quantos, nos EUA, levam a sério a alegada diplomacia americana! O Irã teve sua posição clara desde o início da guerra, ao contrário da outra parte. O que nos foi transmitido foram demandas excessivas e fora da realidade", afirmou Baghaei. A fala do porta-voz iraniano é oposta a uma declaração dada por Trump ao jornal "Financial Times" no domingo. Ele disse que as negociações indiretas com Teerã, que ocorrem com intermédio do Paquistão, estavam avançando bem. Ele não quis comentar se um acordo de cessar-fogo poderia ser alcançado em breve, porém afirmou que "um acordo pode ser feito rapidamente". Na entrevista ao "Financial Times", inclusive, Trump disse que seu Exército "poderia pegar o petróleo no Irã" e tomar a ilha de Kharg, responsável por 90% da exportação de petróleo iraniano. Isso configuraria uma escalada considerável na guerra entre os dois países, que está no 2º mês. Irã acusa americanos de planejarem invasão por terra 'em segredo' enquanto dizem querer negociar O presidente dos EUA, Donald Trump, discursa durante a posse de Markwayne Mullin como secretário do Departamento de Segurança Interna (DHS), na Casa Branca, em Washington, D.C., EUA, em 24 de março de 2026. Evan Vucci/Reuters Veja os vídeos que estão em alta no g1
Irã diz que propostas dos EUA são 'fora da realidade e excessivas'; Trump diz que negociações por cessar-fogo estão avançando
Piemonte Escrito em 30/03/2026
Guerra no Oriente Médio completa 1 mês O Irã voltou a protestar nesta segunda-feira (30) contra as propostas dos Estados Unidos para finalizar a guerra entre os dois países. O presidente dos EUA, Donald Trump, no entanto, foi na contramão ao afirmar que as negociações com Teerã estavam progredindo. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores iraniano, Esmail Baghaei, chamou as propostas norte-americanas de "fora da realidade, desproporcionais e excessivas" e questionou se o governo Trump é levado a sério em sua postura nas negociações. "Não tivemos nenhuma negociação direta com os EUA até o momento. O que houve foram mensagens recebidas por meio de intermediários, indicando o interesse dos EUA em negociar. Não sei quantos, nos EUA, levam a sério a alegada diplomacia americana! O Irã teve sua posição clara desde o início da guerra, ao contrário da outra parte. O que nos foi transmitido foram demandas excessivas e fora da realidade", afirmou Baghaei. A fala do porta-voz iraniano é oposta a uma declaração dada por Trump ao jornal "Financial Times" no domingo. Ele disse que as negociações indiretas com Teerã, que ocorrem com intermédio do Paquistão, estavam avançando bem. Ele não quis comentar se um acordo de cessar-fogo poderia ser alcançado em breve, porém afirmou que "um acordo pode ser feito rapidamente". Na entrevista ao "Financial Times", inclusive, Trump disse que seu Exército "poderia pegar o petróleo no Irã" e tomar a ilha de Kharg, responsável por 90% da exportação de petróleo iraniano. Isso configuraria uma escalada considerável na guerra entre os dois países, que está no 2º mês. Irã acusa americanos de planejarem invasão por terra 'em segredo' enquanto dizem querer negociar O presidente dos EUA, Donald Trump, discursa durante a posse de Markwayne Mullin como secretário do Departamento de Segurança Interna (DHS), na Casa Branca, em Washington, D.C., EUA, em 24 de março de 2026. Evan Vucci/Reuters Veja os vídeos que estão em alta no g1
