MPRJ prende 5 em operação contra a nova cúpula do jogo do bicho

Piemonte Escrito em 30/04/2026


MPRJ prende 5 em operação contra a nova cúpula do jogo do bicho Cinco pessoas foram presas em flagrante nesta quinta-feira (30) durante uma operação do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), contra a nova cúpula do jogo do bicho no estado. De acordo com o Gaeco, o grupo criminoso seria chefiado por Marcos Paulo Moreira da Silva, o Marquinho Sem Cérebro, que está preso. Ao todo, foram cumpridos 18 mandados de prisão nos bairros de Bangu, Senador Camará, Realengo, Recreio dos Bandeirantes e Marechal Hermes, nas zonas Oeste e Norte da capital. Durante a ação desta quinta, os agentes também apreenderam máquinas de caça-níqueis e equipamentos utilizados em bingos clandestinos. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça De acordo com o Ministério Público, o objetivo da operação foi reunir provas e apreender documentos relacionados a crimes como exploração de jogos de azar, organização criminosa, lavagem de dinheiro e homicídio. Ex-fuzileiro naval, Marquinho teria ganhado espaço dentro da contravenção como líder do braço armado da quadrilha do bicheiro Fernando Iggnácio, morto a tiros em novembro de 2020, no estacionamento de um heliporto no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Sudoeste do Rio. MP mira nova cúpula do jogo do bicho Divulgação Marquinho foi condenado neste mês a 22 anos por um homicídio cometido em 2011, em Bangu. Segundo a denúncia do MPRJ, a vítima, Antônio Marcos Duarte Barros, foi atraída ao local sob o pretexto de fazer uma entrega de botijões de gás e acabou morta a tiros. De acordo com a investigação, o crime ocorreu em meio a uma disputa pelo controle do comércio de gás na região. De acordo com os promotores, Marquinho assumiu protagonismo na exploração do jogo ilegal em Bangu. A investigação aponta que o grupo estaria envolvido não só com jogos de azar, mas também com lavagem de dinheiro e uma série de homicídios registrados na região a partir de 2021. O g1 tenta contato com a defesa de Marcos Paulo Moreira da Silva.