EUA afirmam que três soldados americanos foram mortos em operação no Irã O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, afirmou neste domingo (1º) que aceitou que os Estados Unidos utilizem bases do Reino Unido para lançar ataques "defensivos" destinados a destruir mísseis iranianos e lançadores de mísseis. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp AO VIVO: ACOMPANHE a cobertura sobre o conflito em tempo real O líder trabalhista afirmou, em um vídeo publicado nas redes sociais, que seu país não participará de ataques ofensivos. "O Irã está aplicando uma estratégia de terra arrasada, por isso apoiamos a autodefesa coletiva de nossos aliados e de nosso povo na região", indicou o primeiro-ministro. Starmer acrescentou que a decisão de o Reino Unido não participar dos ataques contra o Irã foi deliberada, já que seu país acredita que "a melhor maneira de avançar para a região e para o mundo é uma solução negociada". Em uma declaração conjunta anterior feita neste domingo, Alemanha, França e Reino Unido declararam estar dispostos a adotar medidas defensivas contra o Irã para defender seus interesses e os de seus aliados no Golfo. Trump ao lado do premiê britânico Keir Starmer Reuters Liderança do Irã quer retomar negociações O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse à revista "The Atlantic" neste domingo (1º) que a nova liderança iraniana quer retomar as negociações e que ele concordou em dialogar. “Eles querem conversar, e eu concordei em conversar, então vou falar com eles. Deveriam ter feito isso antes. Deveriam ter oferecido algo que era muito prático e fácil de fazer antes. Esperaram demais”, disse Trump. Apesar disso, o republicano não quis detalhar quando deve ocorrer a conversa com representantes iranianos. Ao ser questionado se o contato aconteceria hoje ou amanhã, respondeu: “Não posso dizer isso”. O presidente americano ainda disse acreditar na possibilidade de uma mudança interna no Irã. Apesar disso, Trump ressaltou que a situação continua delicada. “Sabendo que é muito perigoso, sabendo que eu disse a todos para permanecerem onde estão — acho que é um lugar muito perigoso agora”, disse. “As pessoas lá estão gritando nas ruas de felicidade, mas, ao mesmo tempo, há muitas bombas caindo.”
Reino Unido aceita que EUA use bases britânicas para atacar instalações de mísseis iranianas
Piemonte Escrito em 01/03/2026
EUA afirmam que três soldados americanos foram mortos em operação no Irã O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, afirmou neste domingo (1º) que aceitou que os Estados Unidos utilizem bases do Reino Unido para lançar ataques "defensivos" destinados a destruir mísseis iranianos e lançadores de mísseis. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp AO VIVO: ACOMPANHE a cobertura sobre o conflito em tempo real O líder trabalhista afirmou, em um vídeo publicado nas redes sociais, que seu país não participará de ataques ofensivos. "O Irã está aplicando uma estratégia de terra arrasada, por isso apoiamos a autodefesa coletiva de nossos aliados e de nosso povo na região", indicou o primeiro-ministro. Starmer acrescentou que a decisão de o Reino Unido não participar dos ataques contra o Irã foi deliberada, já que seu país acredita que "a melhor maneira de avançar para a região e para o mundo é uma solução negociada". Em uma declaração conjunta anterior feita neste domingo, Alemanha, França e Reino Unido declararam estar dispostos a adotar medidas defensivas contra o Irã para defender seus interesses e os de seus aliados no Golfo. Trump ao lado do premiê britânico Keir Starmer Reuters Liderança do Irã quer retomar negociações O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse à revista "The Atlantic" neste domingo (1º) que a nova liderança iraniana quer retomar as negociações e que ele concordou em dialogar. “Eles querem conversar, e eu concordei em conversar, então vou falar com eles. Deveriam ter feito isso antes. Deveriam ter oferecido algo que era muito prático e fácil de fazer antes. Esperaram demais”, disse Trump. Apesar disso, o republicano não quis detalhar quando deve ocorrer a conversa com representantes iranianos. Ao ser questionado se o contato aconteceria hoje ou amanhã, respondeu: “Não posso dizer isso”. O presidente americano ainda disse acreditar na possibilidade de uma mudança interna no Irã. Apesar disso, Trump ressaltou que a situação continua delicada. “Sabendo que é muito perigoso, sabendo que eu disse a todos para permanecerem onde estão — acho que é um lugar muito perigoso agora”, disse. “As pessoas lá estão gritando nas ruas de felicidade, mas, ao mesmo tempo, há muitas bombas caindo.”
