Natanzinho Lima lança no álbum 'Na liga em Sampa' as primeiras faixas da gravação ao vivo feita em show no Anhembi, em São Paulo (SP), em 23 de maio Divulgação ♫ NOTÍCIA ♬ Música composta por Roberto Frejat com Cazuza (1958 – 1990) e oferecida em 1988 para Angela Ro Ro (1949 – 2025), que a recusou em atitude da qual se arrependeria anos depois, “Malandragem” ganhou esta semana uma das piores regravações desde que a música foi lançada em 1994 na voz de Cássia Eller (1962 – 2001). Coube a Natanzinho Lima destruir “Malandragem” na última das 14 faixas do álbum ao vivo “Na liga em Sampa”, lançado na noite de quinta-feira, 11 de junho, com as primeiras gravações captadas no show apresentado pelo artista sergipano em 23 de maio no Anhembi, na cidade de São Paulo (SP), para público alardeado em 30 mil pessoas. Qual o sentido de incluir “Malandragem” no repertório do álbum ao vivo que registra um momento de apogeu do cantor e compositor Natã Lima Nascimento no universo pop brasileiro? Letra e música destoam do estilo e do repertório do artista, cujo movimento de ascensão foi iniciado em 2024 com mix de arrocha, brega e piseiro. Vendido para a mídia como “fenômeno do brega”, Natanzinho Lima aproveitou o show hi-tech no Anhembi para gravar músicas inéditas – como “Banho de cachaça”, “Dois cachorros” e “Pesadelo”, incluídas na safra inicial do álbum “Na liga em Sampa” – e fazer feats com Belo (na música “Meia noite e meia”), Panda (em “Buzina”) e Xand Avião (na faixa “Manda eu”). Os encontros serão lançados posteriormente. Por ora, o foco do álbum audiovisual “Na Liga em Sampa” repousa na faixa “Até quando”. Capa do álbum 'Na liga em Sampa', de Natanzinho Lima Divulgação
Natanzinho Lima destrói sucesso de Cássia Eller entre as músicas inéditas do álbum ao vivo 'Na liga em Sampa'
Piemonte Escrito em 13/06/2026
Natanzinho Lima lança no álbum 'Na liga em Sampa' as primeiras faixas da gravação ao vivo feita em show no Anhembi, em São Paulo (SP), em 23 de maio Divulgação ♫ NOTÍCIA ♬ Música composta por Roberto Frejat com Cazuza (1958 – 1990) e oferecida em 1988 para Angela Ro Ro (1949 – 2025), que a recusou em atitude da qual se arrependeria anos depois, “Malandragem” ganhou esta semana uma das piores regravações desde que a música foi lançada em 1994 na voz de Cássia Eller (1962 – 2001). Coube a Natanzinho Lima destruir “Malandragem” na última das 14 faixas do álbum ao vivo “Na liga em Sampa”, lançado na noite de quinta-feira, 11 de junho, com as primeiras gravações captadas no show apresentado pelo artista sergipano em 23 de maio no Anhembi, na cidade de São Paulo (SP), para público alardeado em 30 mil pessoas. Qual o sentido de incluir “Malandragem” no repertório do álbum ao vivo que registra um momento de apogeu do cantor e compositor Natã Lima Nascimento no universo pop brasileiro? Letra e música destoam do estilo e do repertório do artista, cujo movimento de ascensão foi iniciado em 2024 com mix de arrocha, brega e piseiro. Vendido para a mídia como “fenômeno do brega”, Natanzinho Lima aproveitou o show hi-tech no Anhembi para gravar músicas inéditas – como “Banho de cachaça”, “Dois cachorros” e “Pesadelo”, incluídas na safra inicial do álbum “Na liga em Sampa” – e fazer feats com Belo (na música “Meia noite e meia”), Panda (em “Buzina”) e Xand Avião (na faixa “Manda eu”). Os encontros serão lançados posteriormente. Por ora, o foco do álbum audiovisual “Na Liga em Sampa” repousa na faixa “Até quando”. Capa do álbum 'Na liga em Sampa', de Natanzinho Lima Divulgação
