Lula, candidato à reeleição pelo PT, encerra campanha com atos no Rio de Janeiro e São Paulo

Piemonte Escrito em 25/10/2026


O presidente Lula, candidato à reeleição pelo PT, fez campanha no Rio e em São Paulo Lula, candidato à reeleição pelo PT, encerrou a campanha com atos no Rio de Janeiro e em São Paulo. O último dia de campanha começou cedo. Em São Luís, manifestantes se reuniram às 5h30 para correr na orla. E, em Salvador, teve caminhada pelas ruas do Centro da cidade. A mobilização nas ruas foi um dos pontos destacados pela campanha de Lula nesta reta final. O governador eleito do Piauí pelo PT, Rafael Fonteles, diz que a comunicação melhorou: “Olha, de virada é mais gostoso, como a gente já acompanha no futebol. Então, claro que tivemos que trabalhar mais nesse segundo turno, aperfeiçoar ainda mais essa comunicação nas redes sociais e nos eventos de ruas, para demonstrar realmente que o presidente Lula é a melhor opção para o futuro do Brasil”. 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia O primeiro compromisso de Lula neste sábado (24) foi na Praia de Copacabana. O candidato chegou por volta das 11h. Acompanhado da primeira-dama, Janja da Silva, percorreu a Avenida Atlântica acenando e cumprimentando apoiadores. Junto com ele no carro de som estavam aliados - como o ex-prefeito do Rio, Eduardo Paes, do PSD, o atual prefeito do Rio, Eduardo Cavalieri, do mesmo partido, e a deputada federal Benedita da Silva, do PT. Lula ressaltou o engajamento à campanha neste segundo turno. Na sexta-feira (23) à noite, logo depois do debate da TV Globo, Lula fez uma avaliação da campanha: “Nós fizemos até agora as maiores manifestações em todas as capitais do Brasil. Eu nunca vi tanta gente. E olha que eu faço política, participei da campanha das Diretas, eu nunca vi nada igual ao que está acontecendo no Brasil. O povo, o povo, o povo vai ganhar essas eleições, porque o povo não quer de volta o retrocesso". Lula, candidato à reeleição pelo PT, encerra campanha com atos no Rio de Janeiro e São Paulo Jornal Nacional/ Reprodução Ao fazer uma análise da campanha, o presidente do PT, Edinho Silva, destacou a capacidade de Lula para lidar com desafios: “O presidente Lula, ele próprio tem dito e nós que vivenciamos sabemos disso, vive o melhor momento da sua vida. Do ponto de vista físico, da sua saúde, da sua capacidade de trabalho, da sua capacidade intelectual. É nítido que o mundo passa por mudanças. O presidente tem a experiência necessária para fazer essas mudanças que o Brasil tanto precisa. Então, eu penso que isso ficou claro para o povo brasileiro”. À tarde, sem a presença do candidato, apoiadores foram às ruas em várias capitais, como Goiânia, Recife, Belo Horizonte e, em Campo Grande. No Espírito Santo, caminharam de Vitória em direção a Vila Velha, ocupando toda a ponte que liga as duas cidades. Na noite deste sábado, (24), apoiadores de Lula ocuparam as ruas de Teresina e Manaus. A mobilização nas ruas, segundo o senador Camilo Santana, do PT, é resultado da capacidade da campanha de comunicar propostas para o país: “É uma campanha muito acirrada, principalmente nesse segundo turno, e uma campanha que exigiu, pelo lado do presidente Lula de colocar... Primeiro fazer uma autoavaliação em relação às condições que o país tem hoje e apostar para o futuro. Eu acho que o desafio, toda eleição é desafiadora, procurar se comunicar para o povo brasileiro, mostrar o que foi feito no governo do presidente Lula e apostar para o futuro”. Do Rio de Janeiro, Lula foi para o maior colégio eleitoral do país. São Paulo é também o berço eleitoral dele, onde começou a carreira política. O ponto escolhido foi a Avenida Paulista. Logo que chegou, Lula fez um rápido discurso, comparando a atual campanha com a primeira vez que disputou a Presidência: Lula percorreu a avenida junto com o vice Geraldo Alckmin e Simone Tebet, ambos do PSB, além de Fernando Haddad, do PT. Os manifestantes ocuparam 14 dos 18 quarteirões da Avenida Paulista. Lula deixou o ato no fim da tarde, encerrando as agendas da campanha pela reeleição. “A campanha de 89 foi, possivelmente, a campanha mais emocionante que eu participei na minha vida, pela participação viva da sociedade. E, nesse segundo turno, a sociedade brasileira resolveu assumir a responsabilidade de dizer que a eleição não é uma coisa de partido político. De que a eleição é uma coisa de pessoas que se preocupam com o país”. GloboPop: clique para ver os vídeos do palco do Jornal Nacional