Nokia 3310 Kevin Steinhardt/Flickr Se hoje milhões de pessoas usam o celular para acompanhar a campanha da Seleção Brasileira na Copa do Mundo, na última vez em que o país levantou a taça, a realidade era bem diferente. Em 2002, os celulares estavam ficando mais compactos e ganhavam mais recursos de jogos e música, mas ainda estavam muito distantes de modelos atuais como iPhone 17 e Galaxy S26. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1 Na época, um dos celulares em alta no mundo era o Nokia 3310. Ele foi lançado no exterior em 2000, seguiu em alta no Brasil por anos e chegou a 126 milhões de unidades vendidas, tornando-se um dos mais populares da história. Com o tempo, o celular ganhou o apelido de "Nokia tijolão" por conta de sua capacidade de continuar funcionando mesmo após inúmeras quedas. Agora no g1 O aparelho também ficou famoso pelo "Snake", o jogo da cobrinha, que fazia pessoas ficarem horas vidradas na tela monocromática de 1,5 polegada. O controle era feito pelas teclas numéricas, que serviam para digitar números em ligações e escrever mensagens. E enquanto o antigo modelo tinha armazenamento de 1 kb, a capacidade dos celulares mais novos é centenas de milhões de vezes maior, considerando o espaço de 256 GB. Windows XP, ICQ e mais: como era a tecnologia quando o Brasil ganhou a Copa pela última vez O Nokia 3310 era vendido por R$ 429 em novembro de 2002, de acordo com anúncios da época. Mas clientes poderiam conseguir um desconto e comprá-lo por R$ 189 se optassem por determinados planos de operadoras. Hoje, o celular custaria R$ 1.690, no preço cheio, e R$ 744, na promoção. Os cálculos levam em conta o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) até maio de 2026 e seguem a calculadora do Banco Central. Celular Nokia 3310 é relançado na Finlândia por 49 euros( Emilio Morenatti / AP Photo O sucesso do Nokia 3310 foi tão grande que, em 2017, a HMD Global, que assumiu o controle da marca, relançou o aparelho. A nova geração foi lançada por 49 euros (cerca de R$ 290, na cotação atual). O aparelho ficou mais leve e mais fino que o original, mas manteve uma bateria que durava muito e o jogo da cobrinha. Com o avanço da tecnologia, o Nokia 3310 repaginado ganhou uma câmera de 2 megapixels, porta para fones de ouvido e suporte para cartão de memória de até 32 GB. Ele só consegue se conectar à rede 2G e tem recursos limitados para navegação na internet. Confira a ficha técnica do Nokia 3310 original, segundo o GSMArena: Tela monocromática de 1,5 polegada com espaço para até cinco linhas de texto; Bateria removível de 900 mAh; 4 jogos (Snake, Pairs, Space Impact e Bantumi) Suporte a SMS; Recursos como digitação preditiva, mensagens inteligentes, discagem por voz, calculadora, conversor de moedas; Registros de chamadas (até 8 efetuadas, 8 recebidas e 8 não atendidas); Protetores de tela e mensagens de boas-vindas; Tamanho de fonte dinâmico. Ronaldo durante a Copa do Mundo de 2002 Reprodução/TV Globo SpaceX leva à bolsa de valores uma aposta que vai além dos foguetes
Como era o 'Nokia tijolão', celular mais popular do país na última vez que o Brasil ganhou a Copa
Piemonte Escrito em 19/06/2026
Nokia 3310 Kevin Steinhardt/Flickr Se hoje milhões de pessoas usam o celular para acompanhar a campanha da Seleção Brasileira na Copa do Mundo, na última vez em que o país levantou a taça, a realidade era bem diferente. Em 2002, os celulares estavam ficando mais compactos e ganhavam mais recursos de jogos e música, mas ainda estavam muito distantes de modelos atuais como iPhone 17 e Galaxy S26. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1 Na época, um dos celulares em alta no mundo era o Nokia 3310. Ele foi lançado no exterior em 2000, seguiu em alta no Brasil por anos e chegou a 126 milhões de unidades vendidas, tornando-se um dos mais populares da história. Com o tempo, o celular ganhou o apelido de "Nokia tijolão" por conta de sua capacidade de continuar funcionando mesmo após inúmeras quedas. Agora no g1 O aparelho também ficou famoso pelo "Snake", o jogo da cobrinha, que fazia pessoas ficarem horas vidradas na tela monocromática de 1,5 polegada. O controle era feito pelas teclas numéricas, que serviam para digitar números em ligações e escrever mensagens. E enquanto o antigo modelo tinha armazenamento de 1 kb, a capacidade dos celulares mais novos é centenas de milhões de vezes maior, considerando o espaço de 256 GB. Windows XP, ICQ e mais: como era a tecnologia quando o Brasil ganhou a Copa pela última vez O Nokia 3310 era vendido por R$ 429 em novembro de 2002, de acordo com anúncios da época. Mas clientes poderiam conseguir um desconto e comprá-lo por R$ 189 se optassem por determinados planos de operadoras. Hoje, o celular custaria R$ 1.690, no preço cheio, e R$ 744, na promoção. Os cálculos levam em conta o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) até maio de 2026 e seguem a calculadora do Banco Central. Celular Nokia 3310 é relançado na Finlândia por 49 euros( Emilio Morenatti / AP Photo O sucesso do Nokia 3310 foi tão grande que, em 2017, a HMD Global, que assumiu o controle da marca, relançou o aparelho. A nova geração foi lançada por 49 euros (cerca de R$ 290, na cotação atual). O aparelho ficou mais leve e mais fino que o original, mas manteve uma bateria que durava muito e o jogo da cobrinha. Com o avanço da tecnologia, o Nokia 3310 repaginado ganhou uma câmera de 2 megapixels, porta para fones de ouvido e suporte para cartão de memória de até 32 GB. Ele só consegue se conectar à rede 2G e tem recursos limitados para navegação na internet. Confira a ficha técnica do Nokia 3310 original, segundo o GSMArena: Tela monocromática de 1,5 polegada com espaço para até cinco linhas de texto; Bateria removível de 900 mAh; 4 jogos (Snake, Pairs, Space Impact e Bantumi) Suporte a SMS; Recursos como digitação preditiva, mensagens inteligentes, discagem por voz, calculadora, conversor de moedas; Registros de chamadas (até 8 efetuadas, 8 recebidas e 8 não atendidas); Protetores de tela e mensagens de boas-vindas; Tamanho de fonte dinâmico. Ronaldo durante a Copa do Mundo de 2002 Reprodução/TV Globo SpaceX leva à bolsa de valores uma aposta que vai além dos foguetes
