A Câmara Municipal de São José do Rio Claro, a 297 km de Cuiabá, cassou o mandato do prefeito Levi Ribeiro após uma sessão que durou mais de 15 horas. Reprodução A Câmara Municipal de São José do Rio Claro, a 297 km de Cuiabá, cassou o mandato do prefeito Levi Ribeiro após uma sessão que durou mais de 15 horas. A decisão foi tomada após a análise de denúncias sobre a gestão administrativa do prefeito e ainda cabe recurso. O g1 tenta localizar a defesa do prefeito. Entre as acusações estavam uso indevido de madeiras do Projeto Kairos, perseguição a servidor público, pagamento em duplicidade na obra do Cristo, uso irregular de veículo público, realização de show com indícios de superfaturamento e perseguição a servidor do município. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MT no WhatsApp Veja os vídeos que estão em alta no g1 Durante a votação, porém, apenas três pontos tiveram votos suficientes para sustentar a cassação: uso de madeira irregular na construção de casas do projeto habitacional Kairós; pagamento indevido de R$ 41,9 mil em contrato relacionado à obra da Rotatória do Cristo na entrada da cidade; perseguição a servidores públicos municipais. As demais acusações não atingiram o número necessário de votos e ficaram fora da decisão. A sessão teve debates entre vereadores, defesa e acusação e foi acompanhada por moradores, presencialmente e por transmissão ao vivo. Com a decisão, o prefeito perde o mandato.
Prefeito de São José do Rio Claro (MT) tem mandato cassado por denúncias administrativas
Piemonte Escrito em 25/04/2026
A Câmara Municipal de São José do Rio Claro, a 297 km de Cuiabá, cassou o mandato do prefeito Levi Ribeiro após uma sessão que durou mais de 15 horas. Reprodução A Câmara Municipal de São José do Rio Claro, a 297 km de Cuiabá, cassou o mandato do prefeito Levi Ribeiro após uma sessão que durou mais de 15 horas. A decisão foi tomada após a análise de denúncias sobre a gestão administrativa do prefeito e ainda cabe recurso. O g1 tenta localizar a defesa do prefeito. Entre as acusações estavam uso indevido de madeiras do Projeto Kairos, perseguição a servidor público, pagamento em duplicidade na obra do Cristo, uso irregular de veículo público, realização de show com indícios de superfaturamento e perseguição a servidor do município. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MT no WhatsApp Veja os vídeos que estão em alta no g1 Durante a votação, porém, apenas três pontos tiveram votos suficientes para sustentar a cassação: uso de madeira irregular na construção de casas do projeto habitacional Kairós; pagamento indevido de R$ 41,9 mil em contrato relacionado à obra da Rotatória do Cristo na entrada da cidade; perseguição a servidores públicos municipais. As demais acusações não atingiram o número necessário de votos e ficaram fora da decisão. A sessão teve debates entre vereadores, defesa e acusação e foi acompanhada por moradores, presencialmente e por transmissão ao vivo. Com a decisão, o prefeito perde o mandato.
