A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, em 30 de abril de 2026 REUTERS/Leonardo Fernandez Viloria A Venezuela concedeu, nesta quinta-feira (11), uma licença à britânica Shell para a exploração e exportação de gás, somando-se às transnacionais que retornam ao país graças a uma recente reforma da lei de hidrocarbonetos que abriu o setor ao investimento estrangeiro. A presidente interina Delcy Rodríguez impulsionou em janeiro uma nova lei de hidrocarbonetos sob pressão dos Estados Unidos, após a captura de Nicolás Maduro em uma operação militar americana. O governo de Rodríguez firmou acordos com várias das principais petroleiras do mundo, entre elas a britânica BP e a espanhola Repsol. Com essa licença, a Shell poderá explorar o campo Loran, que contém sete jazidas de gás natural, seis delas transfronteiriças com Trinidad e Tobago, informou a presidência da Venezuela em comunicado. Agora no g1 Segundo Rodríguez, essa concessão “vai permitir que a Venezuela dê um passo muito importante em seu desenvolvimento gasífero e também como exportadora de gás”. Ela apontou que esse campo de gás ficou abandonado por 23 anos. Após a aprovação da reforma da lei de hidrocarbonetos no fim de janeiro, Washington começou a flexibilizar as sanções contra a Venezuela. O país possui as maiores reservas de petróleo do mundo e também é rico em gás natural. Peter Costello, presidente de Exploração e Produção da Shell, afirmou que “a assinatura desses acordos é uma conquista maravilhosa para a Venezuela e para a Shell e ressalta a nossa parceria de longa data”. Especialistas do setor petrolífero têm apontado que a Venezuela desperdiça bilhões de pés cúbicos de gás, o que provoca perdas econômicas e graves danos ambientais. Preços dos combustíveis exibidos em um posto de gasolina Shell em Copenhague, Dinamarca Reuters
Venezuela concede licença à britânica Shell para exploração de gás
Piemonte Escrito em 12/06/2026
A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, em 30 de abril de 2026 REUTERS/Leonardo Fernandez Viloria A Venezuela concedeu, nesta quinta-feira (11), uma licença à britânica Shell para a exploração e exportação de gás, somando-se às transnacionais que retornam ao país graças a uma recente reforma da lei de hidrocarbonetos que abriu o setor ao investimento estrangeiro. A presidente interina Delcy Rodríguez impulsionou em janeiro uma nova lei de hidrocarbonetos sob pressão dos Estados Unidos, após a captura de Nicolás Maduro em uma operação militar americana. O governo de Rodríguez firmou acordos com várias das principais petroleiras do mundo, entre elas a britânica BP e a espanhola Repsol. Com essa licença, a Shell poderá explorar o campo Loran, que contém sete jazidas de gás natural, seis delas transfronteiriças com Trinidad e Tobago, informou a presidência da Venezuela em comunicado. Agora no g1 Segundo Rodríguez, essa concessão “vai permitir que a Venezuela dê um passo muito importante em seu desenvolvimento gasífero e também como exportadora de gás”. Ela apontou que esse campo de gás ficou abandonado por 23 anos. Após a aprovação da reforma da lei de hidrocarbonetos no fim de janeiro, Washington começou a flexibilizar as sanções contra a Venezuela. O país possui as maiores reservas de petróleo do mundo e também é rico em gás natural. Peter Costello, presidente de Exploração e Produção da Shell, afirmou que “a assinatura desses acordos é uma conquista maravilhosa para a Venezuela e para a Shell e ressalta a nossa parceria de longa data”. Especialistas do setor petrolífero têm apontado que a Venezuela desperdiça bilhões de pés cúbicos de gás, o que provoca perdas econômicas e graves danos ambientais. Preços dos combustíveis exibidos em um posto de gasolina Shell em Copenhague, Dinamarca Reuters
