Professora foi assassinada dentro de faculdade com faca que ela mesma deu a aluno Porto Velho; entenda

Piemonte Escrito em 07/02/2026


Professora morre depois de ser atacada a facadas por aluno em faculdade A professora de Direito Juliana Santiago foi morta com a própria faca, segundo relato do autor do crime à polícia, o aluno João Junior. Ele contou à polícia que, um dia antes, Juliana havia lhe presenteado com um doce de amendoim dentro de uma vasilha, acompanhado da faca; a mesma que utilizou para atacá-la na noite de sexta-feira (6), dentro de uma faculdade particular de Porto Velho. De acordo com o registro policial, a professora foi atingida por golpes de faca na região torácica, com duas perfurações nos seios, além de uma laceração no braço direito. A arma foi encontrada na sala de aula e apreendida pela polícia. Leia também: Faculdade suspende aulas após professora ser assassinada a facadas por aluno em Porto Velho Juliana chegou a ser filmada ainda com vida, cercada por alunos. Ela foi socorrida, mas morreu antes de chegar ao pronto-socorro do Hospital João Paulo II. Em relato à polícia, João alegou que manteve um relacionamento amoroso com a vítima e ficou “emocionalmente abalado” ao perceber o afastamento dela e ao descobrir que ela havia retomado contato com o ex-companheiro. A versão é investigada pela Polícia Civil. O boletim de ocorrência narra que o homem esperou estar sozinho com Juliana em uma sala de aula para discutir o relacionamento, mas disse ter sido “tomado por intensa raiva”, momento em que a atacou com diversas facadas e tentou fugir. João foi contido por um aluno que também é policial militar. A testemunha relatou que estava em uma sala ao lado quando ouviu gritos e cadeiras sendo quebradas. Ao sair, viu a professora ferida e o suspeito tentando escapar. Ele perseguiu o autor, conseguiu imobilizá-lo e deu voz de prisão. Segundo a Polícia Militar, a forma como o suspeito agiu indica que o crime foi premeditado. Ele foi preso em flagrante. Na delegacia, a defesa dele optou não se pronunciar. A Polícia Civil investiga o caso como feminicídio. De acordo com a Delegacia de Homicídios, os celulares estão sendo analisados e testemunhas serão ouvidas. Juliana Santiago, vítima Reprodução/redes sociais João Junior, suspeito Reprodução/redes sociais