Após três anos foragido, suspeito de matar e enterrar filha no quintal de casa é preso enquanto pescava no interior de SP

Piemonte Escrito em 01/02/2026


Gutemberg Peixoto Alves de Souza estava foragido desde 2022, quando a ossada da filha Agata foi encontrada Arquivo pessoal O homem suspeito de matar e enterrar o corpo da própria filha no quintal de casa, em Ilha Comprida, no litoral de SP, foi preso neste domingo (1º) enquanto pescava em um lago na cidade de Tatuí (SP). Segundo a Guarda Civil Municipal, Gutemberg Peixoto Alves de Souza, de 45 anos, estava foragido da Justiça desde 2022 e tinha mandado de prisão em aberto por homicídio e ocultação de cadáver. 📲 Participe do canal do g1 Sorocaba e Jundiaí no WhatsApp O suspeito foi abordado por agentes da GCM enquanto utilizava uma tarrafa para pescar no lago da Praça Mário Coscia, prática proibida no local por ser considerada pesca predatória. Durante a abordagem, ele apresentou um nome falso. Ao ser levado para a delegacia, os agentes realizaram consulta no sistema e constataram que se tratava de um foragido da Justiça. Gutemberg recebeu voz de prisão e foi encaminhado à Delegacia de Polícia de Tatuí, onde permaneceu preso. Crime no litoral Gutemberg Peixoto Alves de Souza é acusado de ter matado a filha, Agata Gonzaga Peixoto Ferreira, de 17 anos, que desapareceu em Ilha Comprida em 2021. A jovem morava com o pai no bairro Balneário Britânia. Polícia acredita que ossada encontrada seja de jovem de 17 anos que está desaparecida. Ela morava na casa com o pai Arquivo pessoal e Rinaldo Rori/g1 Santos Os restos mortais encontrados no quintal da residência onde Agata morava com o pai foram localizados na manhã do dia 11 de novembro de 2022. A ossada estava envolvida por uma rede e um lenço. As investigações começaram após um tio da adolescente procurar a delegacia em 26 de outubro de 2022, informando que Agata estava desaparecida havia mais de um ano. Ele relatou que a jovem morava com o pai, Gutemberg Peixoto Alves de Souza, que dizia aos familiares que a filha teria decidido morar com a mãe, em Itanhaém. Ao ser localizada pela polícia, porém, a mãe negou ter recebido a filha. Depois disso, Gutemberg mudou a versão e passou a afirmar que Agata teria fugido para Sorocaba (SP), com um rapaz, e que desde então não mantinha contato nem utilizava redes sociais. Inicialmente, o registro foi feito como desaparecimento de pessoa, mas, após a localização da ossada no quintal da casa, o caso foi reclassificado como homicídio, e a Polícia Civil de Ilha Comprida deu início às investigações que resultaram no pedido de prisão do suspeito. Pai matou a filha e a enterrou no quintal da casa, no bairro Balneário Britânia, em Ilha Comprida (SP) Rinaldo Rori/g1 Veja mais notícias da região no g1 Sorocaba e Jundiaí VÍDEOS: assista às reportagens da TV TEM