Quarto suspeito de latrocínio de empresário do ramo de joias é preso no PI; dirigiu carro roubado da vítima

Piemonte Escrito em 13/02/2026


Suspeitos de latrocínio de empresário do ramo de joias são presos em operação O quarto suspeito de envolvimento no latrocínio do empresário do ramo de joias Edivan Francisco de Moraes, morto em 3 de janeiro, foi preso na manhã desta sexta-feira (13) durante a segunda fase da Operação Caronte, realizada em Altos (PI). Segundo o delegado Natan Cardoso, do Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP), o suspeito é conhecido como Renato "Magão" e foi preso em casa. Ele teve participação direta no latrocínio de Edivan e dirigiu o carro roubado do empresário. ✅ Siga o canal do g1 Piauí no WhatsApp "Indivíduo de altíssimo periculosidade, com passagens por roubo e assaltos a lotéricas. Foi um dos que entrou no imóvel e praticou diretamente o crime, tendo inclusive sido o motorista do carro da vítima, que foi subtraído no dia", disse o delegado ao g1. O delegado afirmou ainda que Renato fugiu da penitenciária em 2025 e tinha um mandado de recaptura em aberto contra ele. Na casa do suspeito, os policiais apreenderam uma arma calibre .40 com numeração apagada, munições, dois celulares, um relógio e várias joias. Três suspeitos de participação no crime foram presos na primeira fase da operação, em 23 de janeiro. Outro suspeito, identificado como Pedro Felipe Felix de Sousa, continua foragido. O DHPP divulgou a foto de Pedro (confira abaixo) e o número de telefone (86) 99463-6500 para informações a respeito dele. Polícia procura quinto suspeito de participação em latrocínio de empresário em Teresina Divulgação/DHPP Negociação falsa A investigação apontou que os criminosos atraíram Edivan a uma negociação falsa de 98 gramas de ouro para matá-lo na casa dele e roubar o colar e a pulseira que ele usava. Eles também fugiram no carro de Edivan. A SSP-PI apontou que o crime foi planejado, com divisão de tarefas entre os envolvidos, desde a atração do empresário até a fuga deles após o latrocínio. O sistema de videomonitoramento SPIA rastreou o trajeto do carro roubado e reconstruiu a rota dos suspeitos. Segundo a investigação, Edivan mantinha contatos frequentes para negociar ouro e fazia compras e vendas presenciais. No início de janeiro, a vítima passou a receber contatos insistentes relacionados à suposta negociação de ouro, avaliado em aproximadamente R$ 40 mil. Vítima foi monitorada O delegado Natan Cardoso afirmou que o homem conhecido como “GG” foi o principal responsável por intermediar a falsa negociação. Ele manteve contato direto com Edivan para reforçar o interesse na proposta. No dia do crime, "GG" monitorou em tempo real o deslocamento do empresário e alinhou o momento do encontro. Após aceitar concluir a negociação, Edivan foi até sua casa, onde acreditava que finalizaria a venda do ouro. Ao chegar à residência, Edivan foi surpreendido e assassinado. O crime teve motivação patrimonial, ou seja, o objetivo dos criminosos era roubar as joias de ouro que a vítima usava e outros bens. Eles também retiraram um equipamento de armazenamento de imagens para eliminar possíveis registros. Ainda de acordo com a SSP, os suspeitos conhecidos como “Neurótico” e “Raimundinho” integraram o núcleo operacional, sendo apontados como participantes diretos da execução do crime. Empresário do ramo de joias foi assassinado e teve pertences roubados, diz polícia Reprodução/Redes Sociais VÍDEOS: assista aos vídeos mais vistos da Rede Clube