O candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), impôs uma condição para abrir o sigilo bancário e telefônico dele, em resposta ao desafio apresentado pelo presidente Lula (PT), nesse domingo (18). Flávio quer que o ex-assessor de Lula Marco Aurélio Ribeiro, o Marcola, também abra o sigilo. “Não vou só aceitar, como vou levar até as últimas consequências”, afirmou o senador nesta quarta-feira (21), em evento de campanha em Guarulhos, na Grande São Paulo. “Eu só vou abrir se o Marcola abrir o sigilo telefônico dele. Lula nem tem celular”, afirmou Flávio. O candidato discursou a uma plateia de apoiadores, na última agenda de campanha dele no estado de São Paulo. O evento aconteceu em um salão de eventos na cidade de Guarulhos, na Grande São Paulo. SAIBA MAIS: Quaest, 2º turno: Flávio Bolsonaro, 45%; Lula, 44% Flávio chamou Lula de "maior corrupto da história". Afirmou que o presidente gosta de brigar com todo mundo, menos com ladrões e menores de idade que cometem estupro. “Eu vou brigar por vocês”, disse. Flávio Bolsonaro é investigado em dois inquéritos no Supremo Tribunal Federal (STF), que tratam de corrupção, lavagem de dinheiro e evasão de divisas. Integrantes da campanha do senador afirmam, sob reserva, que, nos próximos dias, Flávio deve investir em uma estratégia para associar a imagem de Lula à de um político “briguento”, enquanto busca se apresentar como "pacificador". ✅ Siga o canal de notícias de eleições do g1 no WhatsApp Discurso de aliados O evento em Guarulhos contou com a presença do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), dos senadores eleitos André do Prado (PL-SP) e Guilherme Derrite (PP-SP), do deputado federal eleito Lucas Pavanato (PL-SP) e do prefeito de Guarulhos, Lucas Sanchez (PL). Tarcísio discursou para a plateia e pediu que cada um dos presentes conquistasse um novo voto para Flávio. SAIBA MAIS: Flávio Bolsonaro se reúne com influenciadores em SP, e Marçal orienta evitar críticas a Lula e defende 'vender o medo' Pavanato falou sobre a importância de conquistar votos de eleitores que estão determinados a não votar em Flávio. Agora no g1 Aceno a evangélicos Durante o evento em Guarulhos, a campanha fez acenos ao público evangélico. Flávio e Tarcísio apareceram no telão acompanhando as letras de músicas gospel que compuseram a trilha sonora do encontro. Flávio discursou contra a descriminalização do aborto e afirmou que, caso Lula vença a eleição, indicará quatro ministros próximos a ele para o STF. O senador disse que a Corte não pode mais ter “votos favoráveis ao aborto”. No Brasil, o aborto é garantido pela lei no caso de risco à vida de quem gesta, de gestação decorrente de estupro e de fetos com anencefalia. Próximas agendas Flávio Bolsonaro deve cumprir agendas em outras cidades do Sudeste nos próximos dias, nos Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo. Os últimos atos de campanha do candidato do PL estão previstos para o Rio e para Brasília. Flávio Bolsonaro em entrevista a Renata Lo Prete Globo/ Manoella Mello
Flávio Bolsonaro diz que abre sigilo se ex-assessor de Lula fizer o mesmo: 'Vou levar até as últimas consequências'
Piemonte Escrito em 21/10/2026
O candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), impôs uma condição para abrir o sigilo bancário e telefônico dele, em resposta ao desafio apresentado pelo presidente Lula (PT), nesse domingo (18). Flávio quer que o ex-assessor de Lula Marco Aurélio Ribeiro, o Marcola, também abra o sigilo. “Não vou só aceitar, como vou levar até as últimas consequências”, afirmou o senador nesta quarta-feira (21), em evento de campanha em Guarulhos, na Grande São Paulo. “Eu só vou abrir se o Marcola abrir o sigilo telefônico dele. Lula nem tem celular”, afirmou Flávio. O candidato discursou a uma plateia de apoiadores, na última agenda de campanha dele no estado de São Paulo. O evento aconteceu em um salão de eventos na cidade de Guarulhos, na Grande São Paulo. SAIBA MAIS: Quaest, 2º turno: Flávio Bolsonaro, 45%; Lula, 44% Flávio chamou Lula de "maior corrupto da história". Afirmou que o presidente gosta de brigar com todo mundo, menos com ladrões e menores de idade que cometem estupro. “Eu vou brigar por vocês”, disse. Flávio Bolsonaro é investigado em dois inquéritos no Supremo Tribunal Federal (STF), que tratam de corrupção, lavagem de dinheiro e evasão de divisas. Integrantes da campanha do senador afirmam, sob reserva, que, nos próximos dias, Flávio deve investir em uma estratégia para associar a imagem de Lula à de um político “briguento”, enquanto busca se apresentar como "pacificador". ✅ Siga o canal de notícias de eleições do g1 no WhatsApp Discurso de aliados O evento em Guarulhos contou com a presença do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), dos senadores eleitos André do Prado (PL-SP) e Guilherme Derrite (PP-SP), do deputado federal eleito Lucas Pavanato (PL-SP) e do prefeito de Guarulhos, Lucas Sanchez (PL). Tarcísio discursou para a plateia e pediu que cada um dos presentes conquistasse um novo voto para Flávio. SAIBA MAIS: Flávio Bolsonaro se reúne com influenciadores em SP, e Marçal orienta evitar críticas a Lula e defende 'vender o medo' Pavanato falou sobre a importância de conquistar votos de eleitores que estão determinados a não votar em Flávio. Agora no g1 Aceno a evangélicos Durante o evento em Guarulhos, a campanha fez acenos ao público evangélico. Flávio e Tarcísio apareceram no telão acompanhando as letras de músicas gospel que compuseram a trilha sonora do encontro. Flávio discursou contra a descriminalização do aborto e afirmou que, caso Lula vença a eleição, indicará quatro ministros próximos a ele para o STF. O senador disse que a Corte não pode mais ter “votos favoráveis ao aborto”. No Brasil, o aborto é garantido pela lei no caso de risco à vida de quem gesta, de gestação decorrente de estupro e de fetos com anencefalia. Próximas agendas Flávio Bolsonaro deve cumprir agendas em outras cidades do Sudeste nos próximos dias, nos Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo. Os últimos atos de campanha do candidato do PL estão previstos para o Rio e para Brasília. Flávio Bolsonaro em entrevista a Renata Lo Prete Globo/ Manoella Mello
