Porangaba suspende aulas em creche após surto de casos da síndrome de mão-pé-boca As aulas da creche "João Guilherme Soares Bertin", que foi fechada após um surto da síndrome mão-pé-boca entre as crianças da unidade na quinta-feira (15), retornarão à normalidade a partir da segunda-feira (19). Segundo a prefeitura, a medida foi tomada após uma nova avaliação da situação no local. Desde então, não foram constatados novos casos da síndrome na creche. 📲 Participe do canal do g1 Itapetininga e Região no WhatsApp A gestão informou, via nota, que as crianças que estão de atestado médico devem permanecer em casa, respeitando o período de afastamento. Caso algum aluno apresente um sintoma, a orientação é levá-lo ao pronto-socorro para atendimento médico. Somente na quinta-feira (15), 30 crianças com sintomas da doença receberam atendimento médico na rede pública de saúde. A unidade tem 200 alunos matriculados. Prefeitura de Porangaba (SP) suspendeu as aulas na creche João Guilherme Soares Bertin, no Jardim Bela Vista, após um surto da síndrome mão-pé-boca Redes Sociais Conforme o governo estadual, a doença mão-pé-boca é uma afecção aguda, altamente transmissível, causada por diversos tipos de enterovírus exclusivos de humanos, como o Coxsackie e o Enterovírus. Embora seja mais comum em crianças de até cinco anos, também pode atingir adultos. Os sintomas mais comuns são: febre; aparecimento de manchinhas vermelhas na boca e região da garganta; dificuldade para engolir; bolhas nas mãos e pés; perda do apetite; vômito; diarreia. A transmissão ocorre pelo contato direto com pessoas infectadas ou com secreções, saliva, fezes, alimentos e objetos contaminados, além do contato com as lesões na pele. O risco de contágio é maior durante a primeira semana da infecção, mas o vírus ainda pode ser eliminado pelas fezes por até quatro semanas. Por isso, os casos são monitorados por um período de 30 dias. Porangaba (SP) suspende aulas em creche após casos de síndrome de mão-pé-boca em crianças Secom/Maceió Initial plugin text Veja mais notícias no g1 Itapetininga e Região VÍDEOS: assista às reportagens da TV TEM
Porangaba reabre creche que estava com aulas suspensas após surto de síndrome de mão-pé-boca
Piemonte Escrito em 18/10/2026
Porangaba suspende aulas em creche após surto de casos da síndrome de mão-pé-boca As aulas da creche "João Guilherme Soares Bertin", que foi fechada após um surto da síndrome mão-pé-boca entre as crianças da unidade na quinta-feira (15), retornarão à normalidade a partir da segunda-feira (19). Segundo a prefeitura, a medida foi tomada após uma nova avaliação da situação no local. Desde então, não foram constatados novos casos da síndrome na creche. 📲 Participe do canal do g1 Itapetininga e Região no WhatsApp A gestão informou, via nota, que as crianças que estão de atestado médico devem permanecer em casa, respeitando o período de afastamento. Caso algum aluno apresente um sintoma, a orientação é levá-lo ao pronto-socorro para atendimento médico. Somente na quinta-feira (15), 30 crianças com sintomas da doença receberam atendimento médico na rede pública de saúde. A unidade tem 200 alunos matriculados. Prefeitura de Porangaba (SP) suspendeu as aulas na creche João Guilherme Soares Bertin, no Jardim Bela Vista, após um surto da síndrome mão-pé-boca Redes Sociais Conforme o governo estadual, a doença mão-pé-boca é uma afecção aguda, altamente transmissível, causada por diversos tipos de enterovírus exclusivos de humanos, como o Coxsackie e o Enterovírus. Embora seja mais comum em crianças de até cinco anos, também pode atingir adultos. Os sintomas mais comuns são: febre; aparecimento de manchinhas vermelhas na boca e região da garganta; dificuldade para engolir; bolhas nas mãos e pés; perda do apetite; vômito; diarreia. A transmissão ocorre pelo contato direto com pessoas infectadas ou com secreções, saliva, fezes, alimentos e objetos contaminados, além do contato com as lesões na pele. O risco de contágio é maior durante a primeira semana da infecção, mas o vírus ainda pode ser eliminado pelas fezes por até quatro semanas. Por isso, os casos são monitorados por um período de 30 dias. Porangaba (SP) suspende aulas em creche após casos de síndrome de mão-pé-boca em crianças Secom/Maceió Initial plugin text Veja mais notícias no g1 Itapetininga e Região VÍDEOS: assista às reportagens da TV TEM
